Vestígios forenses, documentados em 3D
Uma marca no solo dura horas. Um molde leva um dia a secar e ainda pode fissurar. A digitalização 3D regista os mesmos vestígios em menos de um minuto, a 0,05 mm, sem nada lhes tocar.
Cinco tipos de vestígios abaixo, cada um com a precisão e o método de captura que se lhe aplicam.
Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

Nada é aplicadoSem meio de moldagem, sem agente desmoldante. O objecto continua viável para todos os outros ensaios.
Até 0,05 mmEstrias, desgaste da sola e contacto da ferramenta resolvidos, não aproximados.
Menos de um minutoContra 24 horas ou mais para um molde de gesso dentário que não se pode repetir.
Comparável depoisUm modelo dimensional que se pode sobrepor a um objecto suspeito meses depois.
Que tipo de vestígios está a documentar?
O método muda com a escala da marca e com a possibilidade de a mover. Escolha o que tem à frente.
Por que o molde e a fotografia perdem o detalhe que identifica
Uma marca de calçado é identificada por desgaste, danos e detalhe de fabrico que ficam bem abaixo do milímetro. O gesso dentário capta muito disso, uma vez — e o processo é destrutivo, leva um dia e não pode ser repetido se o molde falhar. A fotografia com escala regista a aparência, não a profundidade, e é a profundidade que distingue um padrão de sola do mesmo padrão pressionado com mais força.
A captura 3D sem contacto obtém a geometria e a cor numa só passagem. O objecto não é revestido, fixado nem levantado, pelo que continua disponível para o trabalho de microvestígios e de ADN, e o modelo pode ser medido, sobreposto e reexaminado enquanto o caso durar.
Medido, não afirmado
O que uma única captura dá ao laboratório

Comparação dimensional: Sobreponha a marca questionada a um sapato ou ferramenta suspeitos e meça a diferença.
O objecto sobrevive intacto: Nenhum meio aplicado, pelo que os microvestígios, o ADN e exames posteriores continuam todos possíveis.
Um registo permanente: A marca desaparece em horas; a cópia mensurável não.
Peças de prova do mesmo ficheiro: O modelo que produziu a medição é o modelo mostrado em tribunal.
Veja marcas, impressões e microvestígios transformados em 3D mensurável — marque uma demonstração para a sua unidade.
Marcar uma demonstraçãoAs perguntas que surgem primeiro
Uma digitalização 3D é aceite em vez de um molde?
É usada mais vezes a par de um molde do que em vez dele, e a escolha é sua para validar. Uma digitalização é não destrutiva e repetível, pelo que muitas unidades captam primeiro em 3D e só fazem molde depois, quando o caso exige um exemplar físico.
Que dimensão mínima de objecto se pode documentar?
O Artec Spider II resolve detalhe com 0,05 mm de precisão e 0,1 mm de resolução, o que cobre estrias, danos na sola e marcas de mordida. Para itens que chegam ao laboratório, o Artec Micro II alcança 0,005 mm numa plataforma de secretária.
A superfície precisa de preparação?
Não. A captura é óptica e sem alvos — nada é pulverizado, colado ou pressionado sobre os vestígios. É essa a principal razão pela qual as unidades a adoptam para marcas frágeis.
Podemos comparar uma digitalização com um exemplar físico?
Sim. O Artec Studio exporta OBJ, PLY, STL e E57, pelo que uma digitalização da marca questionada e uma digitalização do exemplar podem ser alinhadas e medidas no software de comparação que o seu laboratório já valida.
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