Restos humanos e patologia em 3D
Os restos manuseiam-se uma vez, se se for cuidadoso, e cada manuseamento tem um custo. Um registo 3D permite que o exame continue no modelo: medir uma margem de fractura, revisitar um ferimento, partilhar um achado com um especialista noutro continente.
Oito áreas abaixo, da recuperação no terreno à identificação.
Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

Sem contactoSem contacto, sem revestimento. Seguro para osso frágil e para o examinador.
Cor com geometriaDescoloração e manchas registadas a par da forma, num único conjunto de dados.
Medir depoisQualquer dimensão, a qualquer momento, sem voltar a requisitar os restos.
Partilhar para revisãoA opinião de um especialista sem enviar nada para nenhum lugar.
O que está a documentar?
A recuperação no terreno, o exame de laboratório e a identificação exigem, cada um, uma escala de captura diferente.
Por que o registo tem de ser mensurável, não fotográfico
Uma fotografia de uma fractura mostra que ela está lá. Não dá a margem, o ângulo nem a relação com o osso em volta — e são essas as medições em que uma opinião assenta. Depois de os restos serem entregues, inumados ou repatriados, uma fotografia não pode responder a uma pergunta que ninguém se lembrou de fazer.
Num estudo da University of Toronto, documentar 11 lesões simuladas num participante vivo levou 26 minutos com o Artec Eva contra 54 com fotografia e medição manual (processamento feito depois), e o modelo pôde ser medido ao longo da pele curva. A captura em si é sem contacto, pelo que pouco acrescenta ao manuseamento que os restos já recebem.
Medido, não afirmado
O que o modelo sustenta depois

Medição a pedido: Comprimento da fractura, profundidade do ferimento, ângulo entre superfícies — retirados do arquivo.
Vários especialistas, um único conjunto de dados: O antropólogo, o patologista e o odontologista trabalham a partir da mesma captura.
Revisão à distância: Uma segunda opinião sem transportar restos nem esperar por uma visita.
Depois da entrega: O registo sobrevive à disponibilidade dos próprios restos.
Veja restos e lesões documentados com resolução de investigação, sem contacto — marque uma demonstração para o seu departamento.
Marcar uma demonstração«A Artec mudou verdadeiramente a face da antropologia forense com o Space Spider, o Leo e o Ray. Integrei as soluções da Artec no meu trabalho de campo diário e nas minhas aulas regulares e especiais para investigadores, agentes da autoridade e estudantes universitários, e os resultados foram nada menos do que espectaculares.»
As perguntas que surgem primeiro
A digitalização acrescenta manuseamento ao exame?
Muito pouco. A captura é óptica e sem contacto: não se colocam alvos nos restos e nada é aplicado à superfície; um elemento só é virado para registar o seu outro lado. Pode ser feita no momento do exame em que os restos já estão expostos.
Que escâner para o detalhe do osso?
O Artec Spider II para margens de trauma, detalhe dentário e elementos pequenos, com 0,05 mm de precisão. O Artec Leo ou o Eva para corpos inteiros e esqueletos articulados, onde o campo de visão importa mais do que a última fracção de milímetro.
O modelo pode ser usado em trabalho de identificação?
A digitalização de um crânio é um ponto de partida normal para a aproximação facial, e as digitalizações dentárias sustentam a comparação com registos ante-mortem. O que o modelo faz é preservar a geometria de que esses métodos dependem; os métodos em si continuam a ser seus.
Isto é usado no ensino além dos casos reais?
Sim — as colecções didácticas são um dos usos estabelecidos, porque um elemento digitalizado pode ser manuseado por uma turma sem o original sair do seu depósito. O Dr. Dennis Dirkmaat, então docente na Mercyhurst University, relatou que os seus alunos aprenderam depressa o processo de digitalização.
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Um especialista de aplicações forenses responderá com o equipamento que se ajusta, a precisão a esperar e a forma como os dados chegam ao seu fluxo de trabalho de casos actual.