Odontologia forense

A prova dentária é precisa — forma da arcada, posição dos dentes, restaurações, desgaste — e é comparada com registos feitos por pessoas diferentes em momentos diferentes.

A di­gi­ta­li­za­ção 3D regista a dentição e as lesões por mordida a 0,05 mm como geometria a cores mensurável, sem uma impressão sobre o vestígio ou o tecido.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

Investigação sobre análise de marcas de mordida com digitalização 3D
Em resumo

Como se usa a di­gi­ta­li­za­ção 3D em odontologia forense?

Dentição, moldes dentários e lesões por mordida são digitalizados até 0,05 mm com cor; os modelos dentários são medidos e comparados para identificação, as lesões por mordida são preservadas para revisão, e todos são guardados como registo permanente.

  • 0,05 mmArcada, posição dos dentes e restaurações como geometria mensurável.
  • Sem material de impressãoNada pressionado sobre uma lesão ou uma dentição frágil.
  • Comparação de modelosDentição post-mortem contra um molde ante-mortem, molde contra molde.
  • Registo permanenteRestos entregues; a dentição permanece como ficheiro.

Por que a comparação dentária se faz melhor em modelos do que em impressões

A odontologia forense compara formas: uma dentição com registos ante-mortem, os dentes de um suspeito com uma lesão. Tradicionalmente isso significa impressões e moldes — material sobre o vestígio e distorção no material. A análise de marcas de mordida exige especial cuidado: o PCAST (2016) e o NIST (2023) concluíram que carece de uma base científica suficiente, sobretudo porque a pele distorce a marca. Um registo 3D preserva a lesão para revisão; não valida a comparação.

O Artec Spider II regista dentição, moldes e tecido lesionado com precisão até 0,05 mm e resolução de 0,05 mm com cor, sem contacto. Os modelos são medidos e comparados no software; uma lesão por mordida num corpo é registada na sua posição na di­gi­ta­li­za­ção do corpo. O Artec Micro II regista moldes e dentes individuais com precisão até 0,005 mm numa mesa rotativa automatizada, para comparação fina.

O registo sobrevive aos restos e à lesão. É também o que um segundo odontologista revê, e pode ser mostrado em tribunal quando o tribunal o permitir.

O fluxo de trabalho, de ponta a ponta

Registar a lesão, registar a dentição, medir ambas como geometria.

  1. 1. Captar a lesãoMarca de mordida digitalizada na sua posição no corpo, a 0,05 mm com cor.
  2. 2. Captar a dentiçãoDentes, ou um molde deles, digitalizados sem contacto.
  3. 3. Pro­ces­sa­men­toModelos estanques no Artec Studio.
  4. 4. MediçãoMedir arcada, espaçamento e posições dos dentes; qualquer comparação com uma lesão cabe ao odontologista, de acordo com as orientações actuais e os limites definidos pelo NIST (2023).
  5. 5. ArquivoAmbos os registos guardados para revisão por outro examinador.

Que escâner para este trabalho

Lesão e dentição com um portátil; moldes e dentes isolados na bancada.

Escâner 3D Artec Spider II

Artec Spider II

Ideal para
Lesões por mordida e dentição no local
Precisão de ponto 3D
Até 0,05 mm
Resolução 3D
Até 0,05 mm
Fonte de luz
Luz estruturada azul, sem alvos na superfície
Portabilidade
Portátil, ligado a um computador portátil

O Spider II regista uma lesão na pele, ou a dentição directamente, com precisão até 0,05 mm e resolução de 0,05 mm com cor. Nada toca no tecido nem nos dentes.

Escâner 3D de secretária Artec Micro II

Artec Micro II

Ideal para
Moldes e dentes individuais
Precisão de ponto 3D
Até 0,005 mm
Resolução 3D
Até 0,04 mm
Captura
De secretária, mesa rotativa totalmente automatizada
Tamanho do objecto
Até 200 × 200 × 150 mm

O Micro II regista um molde dentário ou um único dente até 0,005 mm numa mesa rotativa automatizada — um registo de grau metrológico para comparação e para restaurações.

Veja dentição e lesões por mordida registadas como geometria mensurável — marque uma demonstração para a sua equipa de odontologia.

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Perguntas que os profissionais fazem

Os dentes podem ser digitalizados directamente na boca?

A dentição post-mortem é digitalizada directamente com o Spider II onde o acesso o permite; caso contrário, digitaliza-se um molde. A di­gi­ta­li­za­ção intra-oral de pessoas vivas é tarefa para um escâner dentário.

Como se compara uma marca de mordida?

Ambos os modelos podem ser sobrepostos no Artec Studio ou exportados para o seu software de análise, e a forma da arcada, o espaçamento e as posições dos dentes medidos. A interpretação é do odontologista, dentro dos limites definidos pelo PCAST (2016) e pelo NIST (2023): a pele distorce uma marca de mordida, e a comparação carece de uma base científica suficiente.

A di­gi­ta­li­za­ção pode ser comparada com registos dentários ante-mortem?

Sim. Restaurações, dentes em falta, rotações e forma da arcada são medidos no modelo post-mortem e confrontados com fichas, radiografias ou um molde digitalizado do dentista, a par das radiografias post-mortem em que a comparação assenta; a comparação é repetível por um segundo odontologista.

Como ajuda na identificação?

A dentição post-mortem torna-se um ficheiro permanente e mensurável, comparado com os registos ante-mortem e guardado depois de os restos serem entregues.

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Não são necessários detalhes sensíveis do caso.