Digitalização 3D forense por profissão: o que muda em cada função

A mesma captura é uma ferramenta diferente conforme quem a usa: uma unidade de cena mede o tempo, um laboratório mede a reprodutibilidade, um procurador mede se um júri a acompanha.

Sete funções abaixo, cada uma com a parte do fluxo de trabalho que lhe pertence.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

  • Tempo, para as unidades de cenaHoras de documentação tornam-se minutos, e a equipa sai com o trabalho feito.
  • Reprodutibilidade, para os laboratóriosUm método que se pode validar, escrever e repetir.
  • Clareza, para o tribunalUma peça de prova que resiste e que ainda se consegue entender.
  • Competência transferível, para o ensinoUm fluxo de trabalho que os alunos aprendem e levam consigo para o serviço.

Um conjunto de dados, sete trabalhos diferentes

Um examinador de cena é avaliado pelo que foi registado antes de a cena ser liberada. Um laboratório é avaliado por outro examinador chegar ou não à mesma resposta. Um especialista em reconstituição precisa de geometria que uma simulação aceite. Um procurador precisa de uma peça de prova que não desmorone em contra-interrogatório. Não são variações de um único requisito; são requisitos diferentes satisfeitos pela mesma captura.

É esse o argumento prático para registar a geometria uma vez, bem feita, no início. Cada função a jusante recorre ao mesmo ficheiro em vez de encomendar as suas próprias medições — e ninguém tem de voltar a uma cena que já não existe.

O que cada função deixa de fazer

Especialista forense a documentar uma cena do crime simulada com um escâner 3D Artec Leo
  • Esperar por trabalho acumulado: A documentação está completa quando a equipa sai da cena.

  • Defender uma fita métrica: As medições vêm do modelo, não da letra de duas pessoas.

  • Viajar para revisão: A opinião de um especialista sobre o modelo, de onde quer que esteja.

  • Voltar a uma cena já liberada: Novas perguntas respondidas a partir do arquivo.

Diga a um especialista aquilo por que a sua unidade responde e receba o fluxo de trabalho que lhe serve.

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As perguntas que surgem primeiro

Somos uma unidade pequena — isto é realista para nós?

Os equipamentos portáteis não exigem preparação do local, nem alvos, nem equipa de topografia, e a captura aprende-se num dia de formação prática, com as competências de processamento a consolidar-se ao longo dos primeiros casos. A escala tem mais que ver com a documentação em torno da validação do que com a própria captura.

Quem na equipa deve operá-lo?

Quem já documenta cenas hoje. A cobertura é mostrada no ecrã em tempo real, pelo que o operador vê o que foi captado enquanto ainda está no local, em vez de descobrir uma falha mais tarde.

Como chega isto ao procurador?

Como um modelo e medições produzidos a partir do mesmo ficheiro que a unidade de cena captou, exportados em formatos padrão. Nada é derivado de novo, e é isso que torna a peça de prova e o relatório coerentes entre si.

Apoiam requisitos de aquisição e de concurso público?

Sim — planeamento da avaliação, critérios de ensaio, orçamentos indicativos e o material de apoio de que uma aprovação de compra ou um concurso formal precisa.

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Um especialista de aplicações forenses responderá com o equipamento que se ajusta, a precisão a esperar e a forma como os dados chegam ao seu fluxo de trabalho de casos actual.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.