Reconstituidores de acidentes

Um reconstituidor é pago por uma resposta defensável, dentro de um prazo, a partir de uma cena que normalmente já foi liberada quando a nomeação chega.

A captura 3D dá ao gabinete a geometria sobre a qual a análise corre — via, veículos, marcas, posições de repouso — nos formatos que o software de simulação aceita, e um conjunto de dados que o perito da outra parte pode examinar em vez de contestar.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

Investigador da Origin Forensics a digitalizar um veículo com o Artec Leo no local de um acidente
  • Directamente para a simulaçãoE57, OBJ e PLY para o pacote de reconstituição que o seu gabinete utiliza.
  • Deformação em qualquer estaçãoDeformação medida em relação à geometria intacta — para o trabalho de energia e de delta-v.
  • Menos tempo facturável no localDe quatro horas para menos de uma no caso da Origin Forensics.
  • Verificável pela outra parteO perito da parte contrária mede o mesmo ficheiro; a disputa passa para a interpretação.

O que muda para o gabinete

Digitalização 3D de um veículo para reconstituição de acidentes
  • A via como dados: Marcas, destroços, inclinações e posições de repouso captados a partir de um tripé como geometria que a simulação consome directamente.

  • Veículos por dentro e por fora: Perfis de deformação e intrusão medidos no modelo em qualquer estação de que a análise venha a precisar.

  • Entregáveis que os advogados podem usar: A mesma geometria alimenta a simulação e a animação para o tribunal, pelo que nada é redesenhado entre elas.

  • Um arquivo para a próxima nomeação: Um veículo digitalizado no parque volta a ser medido quando surge uma questão nova — sem o veículo.

Onde o gabinete ganha os seus honorários, e o que o modelo muda

Um gabinete de reconstituição é avaliado por três coisas: se a análise se sustenta, com que rapidez chega o relatório e como a prova resiste quando o perito da outra parte a examina. As três assentam na geometria de que a análise partiu — e essa geometria é captada sob pressão para reabrir uma via, ou num parque semanas depois.

Reconstituição de acidentes de viação e digitalização de veículos acidentados descrevem a captura. O que importa ao gabinete é o que sai: nuvens de pontos E57 e malhas OBJ ou PLY que carregam no software de reconstituição e simulação já em uso, perfis de deformação em qualquer estação para os cálculos de energia e delta-v, e um modelo da cena sobre o qual a animação para o tribunal é construída, em vez de redesenhada. A Origin Forensics relatou que a captura de cenas com veículos caiu de cerca de quatro horas para menos de uma — horas facturáveis, e um relatório que começa mais cedo.

O conjunto de dados resolve também uma discussão recorrente. O perito da parte contrária recebe o mesmo ficheiro e faz as mesmas medições; o desacordo passa a ser uma questão de interpretação, e não de em que esboço acreditar. Quando uma linha de visão está em causa, a análise de linha de visão corre no mesmo modelo.

Pares que já o fazem

Os números são dos próprios clientes, retirados dos seus casos de estudo publicados.

Desafio:
Documente veículos acidentados e cenas com rapidez suficiente para reabrir vias, com geometria que tanto uma reconstituição como um tribunal aceitariam.
Resultado:
Captura da cena reduzida de cerca de quatro horas para menos de uma com o Artec Leo, e um modelo mensurável que a equipa já tinha em mãos ao sair do local.
menos tempo de digitalização75 %
Ler o caso de estudo

Que escâner para este trabalho

Alcance para a via, detalhe para os veículos. A maioria dos gabinetes de reconstituição usa ambos.

Escâner 3D Artec Leo

Artec Leo

Ideal para
Veículos
Precisão de ponto 3D
Até 0,1 mm
Resolução 3D
Até 0,2 mm
Captura
Sem fios, ecrã e processamento integrados
Velocidade de captura
35 milhões de pontos por segundo
Tempo típico
Um veículo em cerca de uma hora, por dentro e por fora

Até 0,1 mm, sem fios, ecrã integrado. O valor da Origin Forensics, de quatro horas para menos de uma, foi medido neste trabalho.

Escâner 3D Artec Ray II

Artec Ray II

Ideal para
A via e o campo de destroços
Precisão
1,9 mm a 10 m
Alcance
0,5–130 m
Tempo de digitalização
Cerca de 1,7 minutos para uma cúpula completa
Portabilidade
Sem fios, montado em tripé

Alcance de 130 m, uma cúpula em cerca de 1,7 minutos, 1,9 mm a 10 m. Sem alvos na via.

Veja a geometria do local e dos veículos captada e pronta para o seu software de reconstituição — marque uma demonstração para o seu gabinete.

Marcar uma demonstração

Perguntas que os profissionais fazem

Os dados entram no nosso software de reconstituição?

Sim. O Artec Studio exporta E57, OBJ, PLY, STL e outros formatos que os pacotes de reconstituição e simulação importam directamente.

Como altera a facturação?

Menos tempo no local — a Origin Forensics relatou cerca de quatro horas para menos de uma em cenas com veículos — e nenhuma visita de regresso por uma medição em falta. O relatório parte de dados completos.

O que recebe o perito da parte contrária?

O mesmo ficheiro, em formatos abertos. Medem o que você mediu; a discussão passa para a interpretação.

Podemos digitalizar um veículo no parque semanas depois?

Sim, e o modelo fica depois arquivado para a próxima questão. Registe no relatório que o transporte pode ter alterado a geometria, como faria em qualquer inspecção em parque.

Fale com um especialista forense

Fale-nos do trabalho que faz

Um especialista em aplicações forenses responderá com o aparelho que se ajusta a esse trabalho, a precisão a esperar nessa escala e a forma como os dados chegam ao seu fluxo de trabalho actual.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.