Cadeia de custódia e integridade da prova

A prova digital é questionada sobre onde esteve, quem lhe tocou e se mudou. Os dados de digitalização 3D não são excepção — e são grandes, processados e exportados em várias formas.

Uma cadeia defensável é uma questão de prática: reter a captura em bruto, documentar cada passo de processamento, aplicar hash ao que sai da unidade e manter um modelo que possa sempre ser verificado contra o original.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

Armazenamento seguro e acesso controlado aos dados de digitalização 3D
Em resumo

Como se mantém a cadeia de custódia dos dados de digitalização 3D?

As digitalizações em bruto são retidas com os registos de captura, o processamento é documentado no projecto, as exportações têm hash e registo, e o acesso é controlado — pelo que qualquer peça de prova derivada pode ser rastreada até à captura original.

  • Bruto retidoA captura original guardada, separada de qualquer resultado processado.
  • Processamento documentadoPassos de registo, limpeza e medição no projecto.
  • Exportações com hashTodos os ficheiros que saem da unidade têm soma de verificação e registo.
  • Acesso controladoQuem abriu o quê, quando — no mesmo sistema que a restante prova digital.

Por que os dados 3D precisam da mesma disciplina que qualquer outra peça de prova digital

Uma digitalização 3D passa por vários estados: quadros em bruto no aparelho, um projecto numa estação de trabalho, um modelo fundido, malhas e nuvens de pontos exportadas, renderizações de apresentação. Uma revisão perguntará qual deles é a prova, se cada um derivou do anterior e quem teve acesso pelo caminho. As unidades que não sabem responder têm um problema que nenhum valor de precisão de escâner resolve.

A prática não é complicada. As digitalizações em bruto são copiadas do aparelho e retidas só de leitura, com o registo de captura — aparelho, operador, hora, definições. O Artec Studio guarda as digitalizações individuais e o histórico de processamento no projecto, pelo que o caminho do bruto ao modelo fundido fica documentado. Cada exportação — E57, OBJ, PLY, STL — recebe um hash, registado com o ficheiro, pelo que se pode demonstrar que uma peça de prova é o ficheiro que foi divulgado.

O armazenamento e o acesso seguem depois os procedimentos de prova digital já existentes na unidade. Os dados 3D são grandes, pelo que o arquivo tem de ser dimensionado para eles, mas de resto não diferem de vídeo ou de imagem.

Uma cadeia que resiste à revisão

Cinco passos, sobre cada um dos quais um revisor irá perguntar.

  1. 1. Captar e registarAparelho, operador, hora e definições registados na cena.
  2. 2. Proteger os dados em brutoCopiados do aparelho, guardados só de leitura, com hash.
  3. 3. Processar com históricoTrabalhar num projecto que guarda as digitalizações individuais e os passos.
  4. 4. Aplicar hash às exportaçõesCada ficheiro derivado com soma de verificação e registo antes de sair da unidade.
  5. 5. Controlar o acessoArmazenar e partilhar pela mesma via de gestão de prova que as outras peças de prova digitais.

Que escâner para este trabalho

Os próprios aparelhos são o primeiro elo. Cada um regista o que captou e como.

Escâner 3D Artec Leo

Artec Leo

Ideal para
Captura da cena — digitalizações em bruto mantidas no aparelho até à transferência
Precisão de ponto 3D
Até 0,1 mm
Resolução 3D
Até 0,2 mm
Captura
Sem fios, ecrã e processamento integrados
Velocidade de captura
35 milhões de pontos por segundo

O Leo guarda as digitalizações no aparelho com os seus parâmetros de captura e transfere-as para o Artec Studio, onde o projecto guarda as digitalizações individuais e o histórico de processamento juntamente com o resultado fundido.

Escâner 3D Artec Ray II

Artec Ray II

Ideal para
Captura em tripé — cada cúpula guardada com as suas definições
Precisão
1,9 mm a 10 m
Alcance
0,5–130 m
Tempo de digitalização
Cerca de 1,7 minutos para uma cúpula completa
Portabilidade
Sem fios, montado em tripé

O Ray II regista cada cúpula com as suas definições; a nuvem de pontos é importada para o Artec Studio e processada com o mesmo histórico documentado.

Veja como os dados de digitalização encaixam no seu procedimento de prova digital, da captura em bruto à divulgação — fale com um especialista forense.

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Perguntas que os profissionais fazem

Que ficheiro é «a prova»?

A captura em bruto, retida sem alterações. Tudo o resto deriva dela e é documentado como tal. Uma peça de prova é rastreável até aos dados em bruto através do histórico do projecto.

O Artec Studio guarda o histórico de processamento?

Sim — o projecto retém as digitalizações individuais e os passos que lhes foram aplicados, juntamente com o modelo fundido.

Qual é o tamanho dos dados?

Um projecto de cena pode chegar a muitos gigabytes. Planeie o armazenamento como faria para prova em vídeo; de resto, o procedimento é o mesmo.

Quem deve guardar os dados?

Quem guarda as suas outras peças de prova digitais, sob os mesmos controlos de acesso. Os dados de digitalização não precisam de um regime separado, apenas de espaço suficiente.

Fale com um especialista forense

Fale-nos do trabalho que faz

Um especialista em aplicações forenses responderá com o aparelho que se ajusta a esse trabalho, a precisão a esperar nessa escala e a forma como os dados chegam ao seu fluxo de trabalho actual.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.