Documentação de vestígios

Um vestígio são duas coisas: o objecto e o lugar onde estava. O objecto vai para o laboratório. O lugar onde estava — a sua posição, orientação e relação com tudo o resto — tem de ser registado antes de ser levantado, ou fica perdido.

A digitalização 3D regista ambos ao mesmo tempo, sem contacto, antes de o objecto ser acondicionado.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

Especialista forense a documentar uma cena do crime simulada com um escâner 3D Artec Leo
Em resumo

Como documenta a digitalização 3D os vestígios no local?

O objecto e o que o rodeia são captados em conjunto, sem contacto, pelo que a posição e a orientação ficam preservadas como geometria medida — e o objecto continua disponível para todos os exames de laboratório.

  • Nada tocadoSem marcadores nem pulverizações no objecto; continua viável para microvestígios e ADN.
  • Em contextoO objecto registado em relação a tudo o que o rodeia.
  • Cor e formaAparência e geometria num único registo.
  • Antes de ser levantadoA posição sobrevive à saída do objecto da cena.

Por que uma fotografia com escala não é um registo de posição

O padrão é uma fotografia com uma escala ao lado do objecto, depois um esboço e uma medição com fita até pontos fixos. Cada passo é uma oportunidade de erro, e nenhum deles regista a orientação nem a superfície em que o objecto estava. Depois de o objecto ser levantado, o registo é o que ficou escrito.

A captura sem contacto obtém o objecto e o que o rodeia na mesma passagem. A posição, a orientação e a relação com o espaço são geometria no modelo, mensuráveis depois até qualquer ponto. Nada é aplicado ao objecto, pelo que o exame de microvestígios e de ADN segue como teria seguido de qualquer forma.

O levantamento do National Institute of Justice sobre dispositivos de digitalização 3D de cenas do crime regista unidades de cena do crime a adoptá-los exactamente para este tipo de documentação — e pela rapidez e eficiência que lhe traz.

O fluxo de trabalho, de ponta a ponta

Registar antes de levantar. Todo o resto decorre disso.

  1. 1. Captar a cenaA digitalização ampla coloca cada objecto num único sistema de coordenadas.
  2. 2. Captar cada objecto no localPortátil, curta distância, antes de o objecto ser movido. Cobertura confirmada no ecrã.
  3. 3. VerificaçãoVerificar se o registo está completo enquanto a cena ainda está intacta.
  4. 4. Acondicionar e registarO objecto vai para o laboratório; a sua posição fica no modelo.
  5. 5. Medir mais tardePosição, distância a outros objectos e orientação retiradas do arquivo.

Que escâner para este trabalho

Um equipamento para o objecto, outro para o lugar onde está.

Escâner 3D Artec Leo

Artec Leo

Ideal para
Objectos no local — armas, invólucros, objectos pessoais
Precisão de ponto 3D
Até 0,1 mm
Resolução 3D
Até 0,2 mm
Captura
Sem fios, ecrã e processamento integrados
Velocidade de captura
35 milhões de pontos por segundo
Tempo típico
Um corpo em 2–3 minutos, um orifício de bala em 1–3

O Leo regista um objecto até 0,1 mm a cores sem contacto, e o ecrã integrado confirma a cobertura antes de avançar. Sem fios, pelo que o operador trabalha em volta do objecto em vez de arrastar cabos pela cena.

Escâner 3D Artec Spider II

Artec Spider II

Ideal para
Objectos pequenos e detalhe fino
Precisão de ponto 3D
Até 0,05 mm
Resolução 3D
Até 0,1 mm
Fonte de luz
Luz estruturada azul, sem alvos na superfície
Portabilidade
Portátil, ligado a um computador portátil

Onde é o próprio objecto que leva os vestígios — um invólucro, uma ferramenta, um fragmento — o Spider II regista-o até 0,05 mm, sem contacto, antes de ser acondicionado. O modelo pode ser comparado com um exemplar mais tarde.

Veja como os vestígios são registados na sua posição, antes de algo ser levantado — marque uma demonstração para o seu trabalho de cena.

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Perguntas que os profissionais fazem

A digitalização interfere com microvestígios ou ADN?

Não. A captura é óptica e sem contacto: nada é pulverizado, colado ou pressionado sobre o objecto. É documentado no local e depois manuseado exactamente como o teria sido.

Como se trata a cadeia de custódia?

O objecto é acondicionado e registado como de costume. A digitalização é um registo separado de onde estava, guardada com o seu próprio registo de captura — operador, hora, parâmetros — como parte do processo.

Podemos medir o objecto depois de ser levantado?

Sim. A sua posição e orientação são geometria no modelo, mensuráveis até qualquer outro ponto da cena, enquanto o caso durar.

Os objectos pequenos precisam de outro equipamento?

Para o detalhe fino — estrias, contacto da ferramenta, fragmentos pequenos — o Spider II regista a 0,05 mm. Para a posição e o contexto, o Leo é mais rápido e trabalha sem amarras.

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Não são necessários detalhes sensíveis do caso.