Escolher um escâner forense

Não existe o melhor escâner forense. Existe o primeiro escâner certo para o que a sua unidade mais documenta — e é decidido por quatro perguntas.

Responda-lhes e a escolha normalmente faz-se sozinha. Quando não, um especialista forense já viu a sua situação antes.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

Em resumo

Como se escolhe um escâner 3D forense?

Pergunte que escala documenta (uma sala ou um ferimento), que detalhe precisa (uma posição ou uma estria), onde trabalha (uma bancada de laboratório ou uma cena nocturna) e o que a saída tem de alimentar. Cada resposta aponta para um aparelho; a primeira compra é a que o seu caso mais frequente precisa.

  • EscalaCenas inteiras apontam para um escâner em tripé; corpos e vestígios para um portátil.
  • DetalheAs posições precisam de milímetros; as marcas e os ferimentos precisam de 0,05 mm.
  • AmbienteAs cenas no terreno e nocturnas pedem sem fios e luz própria; a bancada pede uma mesa rotativa.
  • SaídaNuvens de pontos para reconstituição, malhas para apresentação, STL para impressão.

As quatro perguntas, e para onde leva cada resposta

A escala primeiro. Se o trabalho da sua unidade são salas, edifícios, vias e cenas no exterior, precisa de um escâner laser em tripé: Artec Ray II, 130 metros de alcance, uma cúpula em cerca de 1,7 minutos. Se o trabalho são corpos, veículos, marcas e objectos, precisa de um portátil: Artec Leo, sem fios, até 0,1 mm. A maioria das unidades de cena do crime acaba com ambos; a primeira compra é a que o seu caso mais frequente precisa.

Os dois erros que as unidades cometem são comprar para o caso raro e comprar pela brochura. Um escâner em tripé comprado para a única cena de armazém por ano fica na mala enquanto corpos e veículos são fotografados; um portátil de detalhe fino comprado pelo seu valor de 0,05 mm é lento numa sala inteira. Compre para o caso que mais atende, e valide a lista final no seu próprio material antes da nota de encomenda.

A saída em último, e raramente é o factor decisivo: todos os escâneres Artec alimentam o Artec Studio, que exporta E57 e PTX para software de reconstituição, OBJ e PLY para apresentação, STL para impressão. A questão é apenas se as suas ferramentas a jusante querem nuvens de pontos ou malhas, e o Studio produz ambas.

Percorrer as quatro perguntas

Por esta ordem. A maioria das unidades tem uma resposta ao terceiro passo.

  1. 1. Que escala?Cenas → tripé (Ray II). Corpos, veículos, vestígios → portátil (Leo).
  2. 2. Que detalhe?Posição → 0,1 mm (Leo). Marcas, ferimentos, osso → 0,05 mm (Spider II). Objectos de bancada → 0,005 mm (Micro II).
  3. 3. Onde?Terreno, noite, sem energia → sem fios e com luz própria (Leo). Laboratório → mesa rotativa (Micro II).
  4. 4. Que saída?Nuvem de pontos ou malha — o Artec Studio exporta ambas para o software que já usa.
  5. 5. Depois, validarTeste a lista final nos seus próprios casos numa demonstração antes da compra.

Que escâner para este trabalho

Os aparelhos para que as quatro perguntas apontam.

Escâner 3D Artec Leo

Artec Leo

Ideal para
Corpos, veículos e vestígios — o primeiro portátil habitual
Precisão de ponto 3D
Até 0,1 mm
Resolução 3D
Até 0,2 mm
Captura
Sem fios, ecrã e processamento integrados
Velocidade de captura
35 milhões de pontos por segundo

Sem fios, luz própria, ecrã integrado, até 0,1 mm. A resposta para unidades de cena do crime cujo trabalho é o que está na sala, mais do que a sala.

Escâner 3D Artec Ray II

Artec Ray II

Ideal para
Cenas — o primeiro escâner em tripé habitual
Precisão
1,9 mm a 10 m
Alcance
0,5–130 m
Tempo de digitalização
Cerca de 1,7 minutos para uma cúpula completa
Portabilidade
Sem fios, montado em tripé

Alcance de 130 m, uma cúpula em cerca de 1,7 minutos, de dia ou de noite. A resposta para unidades cujo trabalho são salas, vias e estruturas.

Escâner 3D Artec Spider II

Artec Spider II

Ideal para
Detalhe fino — marcas, ferimentos, osso
Precisão de ponto 3D
Até 0,05 mm
Resolução 3D
Até 0,1 mm
Fonte de luz
Luz estruturada azul, sem alvos na superfície
Portabilidade
Portátil, ligado a um computador portátil

Até 0,05 mm à distância do braço, a cores. A resposta quando o vestígio é uma estria ou o bordo de um ferimento.

Escâner 3D de secretária Artec Micro II

Artec Micro II

Ideal para
Objectos de bancada de laboratório
Precisão de ponto 3D
Até 0,005 mm
Resolução 3D
Até 0,04 mm
Captura
De secretária, mesa rotativa totalmente automatizada
Tamanho do objecto
Até 200 × 200 × 150 mm

0,005 mm numa mesa rotativa automatizada para invólucros, dentes e fragmentos. A resposta para um laboratório, mais do que para uma unidade de cena do crime.

Obtenha resposta às quatro perguntas para o seu tipo de caso mais frequente — marque uma demonstração com um especialista forense.

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Perguntas que os profissionais fazem

Que único escâner deve uma unidade pequena comprar?

Aquele de que o seu caso mais frequente precisa. As unidades de cena do crime começam normalmente com o Leo e acrescentam o Ray II; os laboratórios começam com o Spider II ou o Micro II. Um especialista dir-lhe-á qual numa conversa curta.

Precisamos de um escâner separado para cada tarefa?

Nenhuma unidade compra tudo de uma vez. Comece pelo aparelho de que o seu trabalho mais frequente precisa; os outros registam-se no mesmo software quando os acrescentar.

O software é uma decisão à parte?

Não propriamente. Todos os escâneres Artec usam o Artec Studio, que exporta para as ferramentas de reconstituição, análise e apresentação que já tem.

Como testamos antes de comprar?

Marque uma demonstração e teste a lista final em material realista — um painel de veículo, uma marca, um espécime. O aparelho certo revela-se no seu próprio tipo de caso.

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Um especialista em aplicações forenses responderá com o aparelho que se ajusta a esse trabalho, a precisão a esperar nessa escala e a forma como os dados chegam ao seu fluxo de trabalho actual.

Não são necessários detalhes sensíveis do caso.