Digitalização 3D vs moldagem
Um molde regista uma marca uma vez, de forma destrutiva, ao longo de um dia — e, se fissurar, a marca já desapareceu.
A digitalização 3D regista-a em menos de um minuto a 0,05 mm sem lhe tocar, pelo que a marca continua lá depois para tudo o mais que o caso precisar.
Não são necessários detalhes sensíveis do caso.

As marcas devem ser digitalizadas ou moldadas?
Digitalizadas primeiro, sempre: menos de um minuto, sem contacto, 0,05 mm, e a marca sobrevive. Moldar depois apenas se o laboratório quiser um exemplar físico — a digitalização fez disso uma escolha e não uma necessidade.
Como se comparam
Comparados no que acontece à marca e no que fica depois.
| Digitalização 3D (Artec Spider II, Leo)Captura óptica sem contacto da marca no local. | Moldagem (gesso dentário, silicone)Negativo físico vertido ou pressionado na marca. | |
|---|---|---|
| Tempo | Minutos, no local | Um dia para o gesso dentário endurecer |
| Contacto | Nenhum — nada é aplicado | Total — o meio entra na marca |
| Segunda tentativa | Sim; a marca fica intacta | Não; a marca é destruída |
| Profundidade registada | Sim, a 0,05 mm | Sim, uma vez |
| Comparação | Sobreposição digital com um sapato, pneu ou ferramenta digitalizados | Exemplar físico contra um sapato físico |
| Escolha esta opção quando | O primeiro registo, antes de algo tocar na marca. | Um exemplar físico, se o laboratório ainda o quiser depois da digitalização. |
A digitalização não impede a moldagem. Torna-a opcional e passa-a para segundo lugar.
Por que a ordem importa mais do que a escolha
A moldagem é um bom método com uma propriedade fatal: é uma única tentativa que destrói o que regista. O gesso dentário leva um dia a endurecer numa marca de calçado, os agentes desmoldantes e o meio entram no substrato, e uma fissura ao levantar acaba com o vestígio. O silicone para marcas de ferramenta é mais rápido, e igualmente definitivo.
A digitalização não tem nenhuma dessas propriedades. O Artec Spider II regista uma marca em menos de um minuto com precisão até 0,05 mm e resolução de 0,1 mm sem nada aplicado; o caso documentado de marcas de calçado da Artec comparou isso com mais de 24 horas para a moldagem. A marca fica intacta depois. Profundidade, desgaste e dano são geometria no modelo, comparada digitalmente com um sapato, pneu ou ferramenta digitalizados.
Isso muda a questão de digitalizar ou moldar para digitalizar primeiro e moldar depois, se alguém ainda quiser um exemplar físico. Muitos laboratórios concluem que não.
Os números por trás do veredicto
Veja uma marca captada em menos de um minuto, sem nada lhe tocar — marque uma demonstração para as suas marcas.
Marcar uma demonstraçãoPerguntas que os profissionais fazem
A digitalização danifica a marca?
Não. A captura é óptica e sem contacto; nada é aplicado. A marca fica disponível depois para moldagem ou recolha de vestígios.
Uma digitalização é tão detalhada como um molde?
O Spider II resolve detalhe de 0,1 mm com precisão de 0,05 mm, o que capta as características de desgaste e dano de que a identificação depende — e guarda também a cor, o que um molde não faz.
A digitalização pode ser comparada com um sapato ou uma ferramenta?
Sim. O exemplar digitalizado é alinhado com a marca digitalizada e medido no Artec Studio ou no seu software de comparação após a exportação.
Os tribunais aceitam uma digitalização em vez de um molde?
As unidades apresentam normalmente a digitalização como registo principal e moldam onde se pretende um exemplar físico. A admissibilidade assenta no método, como com qualquer prova técnica.

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